Visando oferecer as melhores condições de segurança aos associados, o Clube Belo Horizonte ofereceu aos seus colaboradores o curso de capacitação de primeiros socorros na sexta-feira, 21/10.

“Esse treinamento é capacitar os funcionários para que eles possam fazer o atendimento até o Samu chegar”, explicou a instrutora Luanda Bastos.

Colaborador fazendo uma ressuscitação cardiopulmonar

Colaborador fazendo uma ressuscitação cardiopulmonar

“O que fazemos aqui é ensinar a cadeia de sobrevivência para socorristas leigos. 84% das paradas cardíacas ocorrem fora do hospital, então é muito importante que as pessoas que não tenham formação na área da saúde aprendam como proceder em caso de atendimento de uma parada cardiorrespiratória. Parabéns ao Clube que não só tem a consciência de ter o equipamento adequado para emergência, mas também capacita os colaboradores”, completou o instrutor Ricardo Ribeiro.

Colaboradores do Clube Belo Horizonte e os instrutores Luanda Bastos e Ricardo Ribeiro

Colaboradores do Clube Belo Horizonte e os instrutores Luanda Bastos e Ricardo Ribeiro

Clóvis de Jesus, que recebeu a medalha de melhor participação no curso, comentou: “O treinamento foi agradável, muito bacana. Eu gostei, foi bem instrutivo, aprendi bastante. Vou levar para a vida.”

“É a segunda vez que fazemos esse curso aqui, a ideia é que ele seja anual. Se a pessoa souber o que fazer previamente podemos evitar uma tragédia, a morte de alguém”, enfatizou instrutor Ricardo Ribeiro.

Alexandre da Silva, Luzia Alves e seus filhos

Alexandre da Silva, Luzia Alves e seus filhos

Alexandre da Silva que o diga. Em fevereiro de 2018, sofreu uma parada cardiorrespiratória quando estava jogando peteca no CBH e foi socorrido pela enfermeira, salva-vidas do Clube e o bombeiro Sérgio Brito, com massagem cardíaca e com o desfibrilador externo automático (DEA) até a chegada da ambulância.

“O atendimento foi excelente. Eu não vi nada, mas minha esposa acompanhou todos os detalhes. Foi muito importante ter o desfibrilador no Clube para socorrer”, comenta Alexandre da Silva.

“Deu certo graças ao pessoal que estava presente e ao equipamento do Clube. Foram 18 dias no hospital, mas graças a Deus ele voltou para casa. Ele continua com a fisioterapia e fonoterapia, tomando os remédios certinhos e está tudo tranquilo agora. O Alexandre continua jogando peteca, mas não é 100%, eu diria 70%, pois o caso dele foi muito sério. Ele ainda não participou de campeonato (após o incidente), mas todo final de semana estamos no Clube participando de qualquer coisinha que tem.”, completa sua esposa, Luzia Alves.