Um instante. Arruma aí as medalhas no peito. Nossa, é muita medalha. E só tem um ano que ela começou a treinar? Ajuda aí, gente. Um segura de um lado. Outro segura do outro lado. Pronto, perfeita a foto!

E assim conseguimos fotografar a ginasta Náthely Souza, 11 anos, com suas várias medalhas, que foram conquistadas no último ano, penduradas em seu pequeno pescoço: 01 de prata no Campeonato Escolar, 03 de ouro no Torneio Estadual e 03 de ouro no Campeonato Estadual, eventos organizados pela Federação Mineira de Ginástica (FMG), e ainda 02 de ouro no Torneio Regional Sudeste, realizado em Pindamonhangaba/SP, e uma de 5º lugar no Torneio Nacional, realizado em São Bernardo do Campo/SP, organizados pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

A menina começou a treinar no Clube Belo Horizonte em abril do ano passado, com a professora Daniela Oliveira, e já é uma das principais atletas da modalidade no cenário estadual e promessa nacional. “Ela ainda está no primeiro ano do Infantil”, ressalta Daniela, vislumbrando um futuro promissor para a atleta.

Daniela Oliveira conta que hoje o Clube é federado à Federação Mineira de Ginástica, fazendo parte oficialmente da entidade que regra a modalidade, e tem sido palco das principais competições do calendário oficial estadual, sediando 4 dos 5 eventos da Federação em 2022. Frisa também o crescimento do esporte no Clube nos últimos anos e o apoio, tanto técnico quanto financeiro, à equipe (confira a entrevista no final da matéria).

Assim como Náthely, Daniela destaca outras ginastas da equipe do Clube Belo Horizonte que vem se despontando e conquistando títulos para a casa:

Letícia, 01 medalha de prata e 01 de ouro no Torneio Estadual

Beatriz, 01 de bronze no Campeonato Escolar, 02 de prata e 01 de bronze no Torneio Estadual e 03 de bronze no Campeonato Estadual.

E ainda: Sophia Caiafa, bronze nas Maças no Campeonato Estadual; Júlia Santos, bronze no Arco no Campeonato Estadual; Melina Bornelli, ouro no Campeonato Escolar e bronze no Campeonato Estadual; Marina Serravite prata no Campeonato Escolar.

“O apoio do Clube é fundamental. Se não fosse a abertura do Clube cedendo o espaço, e o apoio dos diretores – que eu não conheço pessoalmente, mas vejo como o esporte é bem abraçado por eles – a Nath não teria conquistando tantas medalhas e alcançado tanto sucesso neste ano incrível. Agradeço ao Clube por abrir as portas e dar esse apoio enorme à essa modalidade que só está crescendo. Precisamos de mais apoios assim como o do Clube Belo Horizonte para que a modalidade cresça a cada dia”, comenta a mãe de Náthely, Gleice Kele de Souza.

“Eu sou muito grata a essa gestão por todo apoio recebido ao longo destes anos. O Rui, diretor de Esportes, é um grande parceiro, sempre nos apoiando e incentivado”, completa Daniela, relembrando um pouco de sua trajetória e ressaltando o crescimento do esporte nos últimos anos.

CONFIRA A ENTREVISTA:

Dani, conta pra gente um pouco sobre a sua trajetória de sucesso no CBH.

A gente começou com as aulas de ginástica rítmica aqui no Clube em maio de 2014 e ao longo desses oito anos nós evoluímos muito, tanto tecnicamente quanto em número de participantes. Hoje ano, sem contar a rotatividade, a gente superou 100, a gente tá fechando o ano com mais de 100 alunas e isso é um ponto muito impositivo, reflexo das últimas administrações, de tudo o que o Clube tem enxergado pra ginástica, do trabalho que a gente tem demonstrado. Eu fico muito feliz.

Nos últimos anos, o Clube cresceu também na representatividade nacional?

Sim, muito. No ano passado, nós classificamos pela primeira vez uma ginasta, a Letícia, no Torneio Nacional, e conseguimos a 3ª vaga no Regional Sudeste (fomos com ela pra Porto Alegre novembro). Esse ano, nós classificamos a Nath com duas medalhas de ouro no Infantil I, em julho em Pindamonhangaba, e viajamos agora pra são Bernardo do Campo e ela ficou em 5º entre 22 ginastas. Então, eu acho que é crescimento progressivo. No ano passado, a Letícia terminou em 9º no Nacional e este ano a Nath terminou em 5º, na primeira competição expressiva dela. Então, daqui pra frente, só evolução mesmo!

E você tem trazido muitas competições aqui para o nosso espaço…

Sim. Esse ano, nós sediamos 4 de 5 grandes competições da Federação Mineira de Ginástica, somente uma do calendário não foi realizada no Clube. Isso é importante para a evolução do esporte, a gente ter esse espaço, ter essa abertura do Clube para a realização dos eventos aqui. Também é importante frisar que o CBH se federou à Federação Mineira de Ginástica, isso significa que fazemos parte oficialmente da entidade que regra a nossa modalide.

 

O Clube, então, tem dado apoio ao esporte?

Certamente. Tanto nas viagens, financeiramente falando, quanto no suporte para a evolução do esporte aqui em Minas. Pensar que nós sediamos 4 das 5 competições da Federação… é um número bem expressivo. É uma via de mão dupla. O Clube abriu as portas pra mim e eu dei o melhor do meu trabalho, muito trabalho, muita dedicação, pra chegar até aqui. Quando a gente leva o Clube para uma competição Nacional igual a São de são Bernardo do Campo, agora, com 519 ginastas participantes do Brasil inteiro, de Roraima até o Rio Grande do Sul, é uma boa visibilidade. Então, do mesmo jeito que o Clube me possibilita participar dessas competições com as atletas, que para minha evolução profissional é fundamental, a gente também faz uma publicidade para o Clube, mostra pro Brasil que aqui tem ginástica e que o clube apoia esse esporte.

Quer saber mais? Quer apoiar o esporte? Procure a professora Daniela ou o diretor de Esportes do CBH, Rui César.